© 2018 por TORMENTA

Membros

Mini-biografia

Interesses: Audiovisual, Fotografia, Esperanto, Veganismo

Equipamentos: Guitarra Jackson RR3 com EMG-HZ4,  LTD Alex Laiho. Meteoro Jaguar Stereo e Zoom G9.2 tt.

Instagram: @rogenerpavinski

Rogener Pavinski

Interesses: Artes Gráficas, Ecologia, Veganismo

Equipamentos: Guitarra Jackson c/ cap.Intruder, Meteoro Knockfier, 

Instagram:

@phlawius

Flávio Santana

Data Nascimento: 02/11 

Interesses: Música, o bom e velho rock 'n roll

Equipamentos: Baixo Cort

Instagram:

fernando.henriques.5

Fernando Henriques

Data Nascimento: 30/01 Equipamentos: Domene cymbals, pedal Iron cobra, Power glide, baquetas Los cabos up north.

Instagram: luisfregonezi

Luis Fregonezi

A Tormenta é originária de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, onde no final dos anos 90 sua semente foi plantada por garotos com o ímpeto de tocar e criar música pesada a qualquer custo. Através dos anos, a banda cresceu e evoluiu passando por dois períodos sem atividades (2002-2005 e 2008-2010). Nesse período, alguns músicos chegaram e partiram.

Executando um thrash metal de influências oitentistas cantado em português, no final de 2006 a banda lançou seu primeiro trabalho, o EP "Tormenta", que foi recebido de maneira muito positiva tanto pelo público quanto pela crítica.

Nos anos seguintes, vários shows complementaram a divulgação do EP nos palcos do interior paulista e no sul de Minas. No início de 2019 lança seu segundo disco "Batismo da Dor".

Como chegamos até aqui

A Tormenta nasceu em 1998 en Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a partir de um anúncio em uma revista de rock onde Rogener Pavinski dizia procurar baterista para formar uma banda de thrash metal. O baixista então seria Dú, amigo que foi incentivado a tocar baixo. Durante essa primeira fase, a banda ensaiava covers os mais fáceis possíveis devido a crueza musical e ao mesmo tempo ali nasciam os primórdios de algumas composições próprias.

No ano seguinte. entra Matheus Diniz na segunda guitarra, sem que antes Dú tivesse saído para que alguns meses depois entrasse Wesley Almeida um colega da escola que também foi convencido por Rogener a tocar baixo e se juntar a banda. Em 2000 a Tormenta fez sua primeira apresentação em um evento embrião do "Metal Rebellion" famoso festival de metal em Ribeirão Preto.

No final de 2000 Matheus sai e a banda fica como trio, fazendo uma apresentação como tal. Em 2001 Flávio Santana entra na banda. Depois de uns meses de ensaio e um show pra estrear a nova formação, em 2002, a banda decide entrar em estúdio pra gravar seis músicas do repertório, mas logo saíram sem nenhum material: "Não estávamos preparados para o custo de uma gravação à época. Além do mais, éramos inexperientes e nossas músicas eram um tanto complicadas para se gravar ao vivo" diz Rogener Pavinski. Porém o que mais prejudicou foram os problemas de comunicação e relacionamento que começaram a ficar evidentes.

 

No final daquele ano, Wesley deixa a banda e isso culminou com o encerramento das atividades durante cerca de um ano. Após esse tempo, Wesley decide voltar, foi feita uma tentativa de retorno, mas dessa vez é Fernando que deixa a banda, que fica mais outro ano parada.

 

Somente no final de 2004 a Tormenta volta a ensaiar, desta vez com Ricardo Minutti, ex-baterista da banda de thrash metal Murder. Após muitos ensaios, em junho de 2005 já estavam prontos para se apresentar no retorno do festival Metal Rebellion - Foi também retorno da Tormenta.

Logo depois, Wesley deixa definitivamente a banda e é substituído por Fernado "Muttley" que se entrosou rapidamente no grupo, permitindo assim que finalmente a banda pudesse entrar em estúdio para registar seu repertório até então.

 

Assim, então pôde nascer o primeiro disco, que planejado inicialmente para ser uma demo, acabou virando um EP, pois o resultado foi de certa forma superior as expectativas da banda. Lançado em dezembro de 2006, o EP foi muito bem aceito pelo público e pela crítica, a banda então, durante 2007 e 2008, faz diversos shows, divulgando seu trabalho.

No fim de 2008 no entanto, Minutti, por motivos pessoais resolve parar de tocar. A banda então entra em mais um período semi-letárgico de 12 meses, onde trabalha em novas composições e procura um novo baterista. Após alguns testes, Rafael Rissato (ex-Lifetimes) entra na banda.

A partir de 2010 a banda volta à rotina de ensaios e shows. Rafael participa do processo de composição de novas músicas, mas deixa a banda nas vésperas da gravação do álbum Batismo da Dor, sendo substituído por Luis Fregonesi no final de 2017.

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